segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Amigos a quem digo AMO-TE

Falemos de relacionamentos. Só o facto de a palavra ter mais de duas sílabas já demonstra a sua complexidade. As vezes parece fácil relacionar com alguém, temos o conceito que basta um “olá, tudo bem?” com um sorriso. Mas não é bem assim, relacionar é muito mais de que sorrir e perguntar se esta tudo bem esperando que a pessoa diga sempre que sim para a conversa não leve um rumo algo secante para nós. Por vezes relacionamos por interesse e não por sermos pessoas afáveis e amigáveis. Eu falo por mim quando me dizem “Tu és uma pessoa tão sociável?” E eu penso será? Tanta gente que eu conheço, tanta gente a quem fui apresentada, tanta gente que ouviu falar de mim e eu nem sequer conheço, mas realidade é que desses vamos supor trezentos, apenas duzentos eu falo e pergunto como estão. E desses duzentos apenas cento e cinquenta eu sou capaz de ter periódicas conversas, algumas até engraçadas mas contribuição relevante para a minha vida. Depois sou sincera apenas um grupo singelo de dez a quinze pessoas eu falo abertamente e tentar apoio moral, espiritual e considero até verdadeiros amigos. Também não é mentira nenhuma que não faço escolhas para melhores amigos pois até esses comentem falhas inexplicáveis por isso fico-me por apenas três a quatro amigos inseparáveis.
Amigos a quem eu digo AMO-TE!

quarta-feira, 24 de março de 2010

sábado, 19 de dezembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Vou ter saudades


Estou cada vez mais perto da partida,

estou cada vez mais perto de estar longe!
Vou sentir saudades de todos amigos chegados,

amigos distantes, amigos até dos desconhecidos.

Vou sentir saudades das ruas,

dos passeios até das passadeiras que nao pisei.
Vou sentir saudades do cheiro do mar,

do calor no verão até do vento cortante no inverno.
Vou sentir saudades...
continua....



segunda-feira, 25 de maio de 2009

O fim de um começo - 1º ano

O primeiro ano foi aquele em que nos conhecemos. Alguns já conhecíamos de vista, outros tínhamos ouvidos falar e ainda havia aqueles cuja terra onde moravam nunca tinha ouvido falar (tal não é a minha cultura geográfica). O caso da Cátia chega a ser engraçado: tinha sido da turma dela do 7º ao 9º, a partir daí nunca mais tive grandes notícias dela, até que, um ano depois, descubro que ela vai ser da minha turma. O meu relacionamento com ela nestes últimos 3 anos foi muito mais do que nos anteriores três.


Logo de início apercebemo-nos que para alguns indivíduos três anos seriam terríveis de suportar e não demorou muito para que desistissem. No princípio era tudo uma animação: a ideia que tínhamos de que, ao fazermos um curso daqueles, sairíamos com o décimo segundo ano - ainda por cima profissional - motiva-nos para estar lá.


Apanhámos um pequeno susto quando numa das primeiras aulas de matemática fomos expulsos: vai ficar para sempre na nossa memória, até porque não havia motivo para isso. Tinha sido um sinal que aquilo não era uma brincadeira, tínhamos de levar a sério e assim foi: empenhamo-nos e obtivemos bons resultados. Segundo fonte fidedigna, a nossa turma demonstrava resultados positivos e de enaltecer.


Mas claro, não éramos nenhuns marrões, nem nunca fomos, apenas um grupo de pessoas inteligentes, pois sabíamos separar a hora de lazer da hora de aprender. Hum … a hora de lazer era bem aproveitada a jogar matraquilhos, cartas ou monopólio, quase sempre bem acompanhados das baguetes da Dª Margarete. Não durou muito, é certo; estas coisas da ASAE têm muito que se lhe diga… não morremos à fome por causa disso!


Os primeiros tempos de estágio foram para cada um de nós bem diferentes. Havia aqueles que tinham trabalho, aqueles que desconheciam tal palavra, outros em que era confundida a palavra estagiário com escravizado; não saberemos o motivo. Mas claro, nem todos estavam mal, o meu caso, por exemplo: o primeiro ano de estágio para mim foi brilhante.

Mas o melhor estaria guardado para os ultimos meses do primeiro ano, quando o Nuno e a Joana decidiram ter momentos de afecto em público. É sempre interessante ter um casal na turma para tornar os momentos mais "cor-de-rosa". Esperemos que dure bastante tempo e claro se houver casamento já está garantida a presença de todos aqueles que contribuiram para tal.

Quando reparámos, já estávamos no final do primeiro ano, passou a fugir por nós, quase como um TGV… Heheheh, aí tivemos a última baixa no plantel.

O fim de um começo - introdução

Foram três anos, três anos bem distintos uns dos outros. Passamos por várias fases, houve lágrimas, gargalhadas não faltaram discussões mas também houve tempo para “moches”.

O primeiro ano foi caracterizado pela criação de um grupo coeso que conseguisse chegar ao fim vitorioso. Como é evidente houve baixas como se fosse um exército durante uma batalha. Só os valentes se mantiveram e se sacrificaram com vista a um alvo, um objectivo que desde o inicio estava patente na mente de cada um.

De dezassete sobraram doze, doze com características únicas. Por mais que muitas vezes tenha havido crispações entre alguns o grupo mantinha-se único no que dizia respeito ao seu objectivo. Eu pessoalmente prefiro guardar os melhores momentos que este grupo passou e olhem que não são poucos desde jogos, visitas de estudo, conversas indiscretas, “pregos”, foram tantos os momentos inesquecíveis que para sempre guardarei no meu coração.

Daqui levarei amigos, não todos é certo, mas aquele que considero como amigos espero encontra-los por diversas vezes.

terça-feira, 19 de maio de 2009